Revirando meus Cd’s hj, veio a idéia de restaurar meus arquivos fotográficos, entre eles a ExpoReal 2000 e 2001, e os eventos do meu antigo site do www.gabirabao.com.br, comecei também a escrever a biografia do site, e fui fazer as contas já são quase 10 anos de coberturas (contando as primeiras tentativas), que em breve postarei aki.
Pra começar a relembrar esses momentos to colocando a Inauguração do Gabirabão Eventos, que ocorreu no dias 14, 15 e 16 de Novembro de 2003. Um sonho realizado do Forrozeiro/Deputado Edigar Mão Branca.
A solenidade de inauguração foi abençoada por Pe. Valmir, e contou com a presença do
atual Prefeito (hj) José Carlos Moura, Armando Porto (Macarani) e várias personalidades de diversos segmentos.
Uma das primeiras atraçãoes do Gabirabão foi a Banda Kalafat, com Konsa Dyole nos vocais, não podemos esquecer de um velho amigo Dika, que esteve sempre presente nos eventos dando aquela força nos bastidores. Saudades.
Na segunda noite quem fez a alegria da galera foi Xandy com o Harmonia do Samba. Quem esteve por lá prestigiando o evento foi Lana (O Boticário) com Aloísio (Sport Moto Show); Tiago Botino (do site www.itapetingaagora.com) com Catarine, entre milhares de pessoas lembrando que esse evento foi em 2003. O tempo passa rapidinho.
Na terceira noite quem fechou com chave de ouro foi Robério e seus teclados clicamos por lá nessa noite nosso amigo Celino Souza (Jornal A Tarde);
No 'BBB' que levantou a bandeira gay, os "machões" venceram
Nunca na história do nosso País, como diz o presidente Lula, um reality show mostrou, com tanta profundidade, a relação humana da forma como o Big Brother Brasil 10. Nesta edição, a bandeira das minorias foi a da vez, levantada e fincada num pedestal. Passaram pela "casa mais vigiada do Brasil" - bordão do apresentador-tigrão-poeta Pedro Bial -, três homossexuais assumidos, alguns cujos nomes já circularam na boca dos assíduos de afamadas baladas gays do Rio e São Paulo e outros que, talvez, ficarão dentro do armário pro resto da vida.
Tais participantes logo serão esquecidos e, ao contrário dos novos milionários - como foram Rafinha, Mara, Max -, cairão no ostracismo ou tentarão a vida participando de quadros sensacionalistas da TV brasileira. Mas se o BBB conseguiu dialogar com as minorias sexuais, foi também palco para guerras sociais, travadas entre belos e feios, magros e gordos, sarados e flácidos. Um campo de batalha propício para a supremacia da intolerância.
No circo televisivo às avessas, com o passar do tempo as alegrias foram transformadas em mágoas e as máscaras, aos poucos, caíram. Com elas no chão, os "brothers" mostraram suas reais caras - isso para quem acredita que a brincadeira não é arquitetada ou, como dizem os céticos, manipulada.
O tão sonhado e apregoado R$ 1,5 milhão pesou na consciência de cada um, como se a disputa pelo prêmio fosse o gatilho, a porta de entrada para o show de horrores que se configura a humanidade. E, embalados pela onda permissiva do reality, a teleplateia, cansada de suas repressões sociais e do chato politicamente correto, também perdeu, junto, suas máscaras após dez anos. Nas primeiras seis edições do programa, invariavelmente, o bonzinho sagrava-se vencedor, como o que inaugurou a "dinastia", Kleber Bambam, que chegou ao Olimpo do BBB acompanhado de sua boneca-cabide improvisada, em 2001.
A partir da sétima edição, o fim da era jedi se configurou e os espertinhos (mauzinhos? danadinhos?), começaram a crescer e aparecer. A vitória do polêmico Diego Alemão, em 2007, é prova disso. O ápice do "faça a guerra, não faça o amor" acontece com a ascensão do lutador de vale tudo e jiu-jitsu, Marcelo Dourado. Um brother eliminado em seu primeiro paredão, na oitava semana do BBB 4, que voltou por uma obra da sorte e jogou tão bem a ponto de ser encarado pelo público como homem verdadeiro, cujas derrotas na vida (e não no ringue) lhe fizeram vencedor.
Nos 78 dias de confinamento, Dourado teve atitudes que, se não tivessem sido milimetricamente arquitetadas, seriam encaradas como um típico quadro de esquizofrenia. Brigava quando estava no limite, mas sempre se "arrependia" e pedia desculpas. "Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem". Tal frase foi citada, com suas devidas modificações, por Pedro Bial, quando El Douradon proferiu a pérola "hétero não pega aids", repercutida em páginas e páginas de jornais e, depois de muita ladainha, resultou num pedido formal de esclarecimentos do Ministério Público. Resumidamente, Dourado quis dizer que se um homem tem o vírus HIV, com certeza já teve uma relação sexual com outro em algum momento da vida. Declaração irresponsável, especialmente quando, afirmam as estatísticas da Organização Mundial de Saúde, mais mulheres e jovens - heterossexuais - estão contraindo a doença porque não se protegem adequadamente durante as relações sexuais.
A pouca informação de Dourado segue o estigma da aids, amplamente espalhado nas décadas de 1980 e 1990, quando o vírus era vulgarmente ¿ e bote vulgar nisso ¿ conhecido como "doença de viado". O lutador afirma que tal informação veio de um conhecido médico. Ao soltar a grosseria, a polêmica virou-se para seu lado, de forma positiva. Com pobres palhaços de circos expostos a ponto de falarem o que desejam, sem o mínimo veto da emissora que os colocou no ar em rede nacional, a plateia estava à vontade. Conseguia, enfim, se expressar diante de um mundo cada vez mais colorido e ameaçador. O que aconteceria dali pra frente? Onde ficaram os valores religiosos? E a família brasileira?
Dourado reverteu esse jogo. Mostrou que o mundo não era tão aberto como se pensava. Foi herói (como a maioria deles, contraditório), pois, mesmo ateu, agradou gregos e troianos. De católicos a evangélicos. De filhos a avós da estruturada família brasileira - e que de estruturada, normalmente, tem pouco. Dentro da casa, seu preconceito foi revertido em tolerância - exceto quando explodia. Cabe lembrar.
Mas o lutador tinha total consciência de seus atos. Pedia perdão porque sim, lhe convinha. Fez amizade com Serginho e Dicesar porque seus colegas de confinamento os aceitavam, numa boa. Mais ainda, o público também poderia aceitá-los. Obviamente, ele sabia que nadar contra a maré seria sua morte no programa. Deveria agir na defensiva, mas jogando. Essa é a mensagem principal: jogar, sem que ninguém perceba. Por sua vez, os gays da casa estavam longe de agradar o público padrão ¿ e, por definição, hipócrita. Afeminados, falavam de sexo sem meias palavras, davam selinhos, citavam gírias afetadas, desconhecidas por grande parte dos espectadores - e justamente por isso despertavam o ódio até mesmo dos seus companheiros dentro e fora do armário, que não gostavam de serem retratados daquela forma. Era a confirmação de um preconceito.
A grande vitória dessa edição é que o Big Brother Brasil 10 tornou-se um espelho da sociedade brasileira. Caetano Veloso estava certíssimo ao escrever, na letra de Sampa, que "Narciso acha feio o que não é espelho". Os narcisos finalmente se viram retratados no reality show mais assistido do Brasil. Dar "aquela espiadinha" funcionou como terapia. No mundo perfeito da casa do BBB, todo mundo diz o que pensa. Alegria para os dois lados: o da Globo, que conseguiu renovar uma franquia que já estava para lá de gasta, e o da sociedade, que ao contrário do que se pensava, não se distanciou muito da Idade Média. Que pesquisa de campo, que nada. O melhor termômetro da podridão humana é o BBB!
Carlos Amorim Dutra (Kalú), é médico cardiologista e um dos redatores do Jornal Dimensão, com a coluna "umas e outras". E acaba de lançar seu blog na net. Vale a pena conferir e apreciar seus textos sobre arte, musica, litetatura, "umas e outras" e muito mais. Acesse ja www.blogdokalu.com.br
Neste sabado (27/03) foi comemorado o aniversário de Chris Macedo, que reuniou seus amigos e familiares em uma
confraternização que ocorreu na Escolinha Mundo Encantado no bairro São Fransciso.
Num clima de muita alegria e amizade, todos curtiram tomando uma cervejinha gelada acompanhada de uma deliciosa dobradinha
Seus amigos marcaram presença e curitiram um som animado por
Dj Jilvan, com muito forró, dance e pagode
No meio da festa Chris foi supreendida com um bolo de aniversário, todos cantando, e parabenizando por mais um ano de vida.
Infelizmente faltou uma pessoa, mas com certeza ele estava comemorando com vc, e sabemos a falta que ele faz em sua vida, mas não podemos mudar o destino, a vida segue, as lembranças ficam.
Valeu Chris, um Feliz Aniversário pra vc, muitas felicidades, fé em Deus, paz e saúde... o resto concerteza vc corre atrás...
Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração...
Renato Russo, foi um marco na minha adolescencia, como na de milhões de jovens na decada de 80/90, e até hoje cativa fãs em todo mundo.
La em casa no bairro Alto Maron em Conquista, o que mais rolava no "CCE 3 em 1", na epoca do vinil ainda, era o album "Dois", o "Quatro Estações" e "Que Pais é este", pra quem não curtiu o vinil, era uma coisa mágica, as capas, o encarte, o cuidado com a agulha da pickup, me lembro q no álbum Quatro Estações veio um monte de coisas junto ao disco, fotos da banda no estilo de cartões postais, muito massa... devo ter algum guardado nas "memorias" na bagunça das minhas coisas...
Ficava horas e horas ouvindo , tentando decorar a letra de Faroeste Caboclo, harmonizando no violão Pais e Filhos, Eduardo e Monica, Indios entre outras canções, tinha as fitas k7 naquela epoca nem se sonhava em mp3, mp4... celular com musica noosssa, só tinha os "tijolões", andavamos com os walkman's na cintura pra cima e pra baixo com um monte de fita no bolsos.
O tempo passa... mas as memorias, as boas músicas, os bons amigos, ficam sempre na guardados...
Veja algumas frases e pensamentos de Renato Russo:
O importante, para mim, não é o que está sendo dito, mas como está sendo dito. O importante é que as pessoas conseguem se emocionar com a Legião.
A maior agressão para um jovem é morar em Brasília, porque você vê aquelas coisas acontecendo no Planalto e no Congresso e não pode fazer nada.
A questão da compreensão é muito complicada. Eu, por exemplo, não entendo nada de absolutamente nada. Eu vou levando a minha vida. Com a minha experiência de vida, interpreto as coisas de uma determinada maneira, mas eu posso estar errado.
Acho deprimente que meu voto valha o mesmo que de um analfabeto. Isto é um crime, tanto quanto ter o que temos de analfabetos no Brasil. E ainda se conformar com isso!
Amizade é quando você encontra uma pessoa que olha na mesma direção que você, compartilha a vida contigo e te respeita como você é. Uma pessoa com a qual você não precisa ter segredos e que goste até dos seus defeitos. Basicamente, é aquela pessoa com quem você quer compartilhar os bons momentos e os maus, também.
Broxante, para mim, é a estupidez, é a pretensão.
Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade.
Estou num momento complicado, difícil, mas estou sereno. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.
Eu acreditei durante muito tempo em amor romântico. Hoje em dia, eu não acredito em amor romântico, não. Eu acredito em respeito e amizade.
Eu não falo porque quero salvar alguém. Eu falo porque gosto. Quem sou eu para salvar alguém? Eu é que tenho que me salvar!
Eu pouco me importo com essas campanhas antidrogas do governo, mas o grande erro delas é justamente não dizer que a droga é uma coisa que dá prazer só no começo.
Eu sempre fui alcoólatra. Tudo começou com o álcool. Só que álcool é uma droga aceita; então não se considera droga. Álcool é uma das piores coisas que existem.
Gostaria de acreditar em alguma coisa. Você não pode mais nem acreditar em Deus que as pessoas riem na sua cara. Eu acredito em Deus. Ele é a vida, a natureza, somos nós. Mas ninguém respeita.
Já me falaram muitas vezes que a voz do povo é a voz de Deus. Será que Deus é mudo?
Motivo de arrependimento é não aprender com os próprios erros.
Nunca, nunca, nunca deixe assim, que as pessoas digam pra vocês que o que vocês acreditam é babaquice, que de repente o sonho de vocês não vai dar certo.
Não adianta nada ter um disco de platina na parede se você está sozinho.
Não existem fins, existem meios. Eu sempre penso em começo, nunca em fins.
Não pode existir guerra santa; isso é uma contradição em termos.
Não sou original. Leio uma revista e anoto uma idéia que tem a ver com meu universo. Às vezes, também uso frases de filmes, como É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.
O homossexualismo mexia muito com minha cabeça: poxa, se não é errado, por que existe Aids? Até eu colocar na minha cabeça que Aids não tem nada a ver com Deus.
O mal de século é o materialismo. Admiro e sigo a visão oriental que diz que a vida é um ciclo e você tem responsabilidade por tudo que faz porque as coisas voltam. O materialista vê o mundo de forma linear, como se se movesse deixando tudo para trás.
O mundo se divide entre caretas e loucos e, se você é louco, não tem o direito a nenhuma dignidade.
O que me faz cantar, hoje, são uma boa melodia e uma letra interessante. Gosto muito de cantar. Às vezes, fico a tarde inteira ouvindo os meus discos favoritos e cantando junto. Dinheiro me faz gravar discos, é diferente.
Para mim, era importante ter uma banda de rock, primeiro, para me divertir e, depois para dizer o que eu achava da vida e o que estava acontecendo em volta de mim.
Pecado é provocar desejo e depois renunciar.
Por mais diferente que você seja, você não está errado, você não é anormal. Eu senti muito isso, porque todo mundo colocava na minha cabeça que eu era anormal. Como o Bob Dylan fala: Eu me esforço tanto para ser como sou, e fica todo mundo querendo que eu seja como eles.
Quando eu era adolescente, não sabia direito como funcionava o mundo e sofria uma pressão muito grande para ser igual aos outros. Ninguém tem de ser igual a ninguém. Cada pessoa é um universo maravilhoso e único.
Quando eu vejo aqueles velhinhos desmaiando em filas de aposentadorias, eu acho que isso é o fim do mundo.
Quando eu vejo esses corruptos mentindo com a maior desfaçatez, minha vontade é matar todos eles. Mas eu sei que isso não adiantaria nada.
Quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu!
Quem insiste em julgar os outros sempre tem alguma coisa pra esconder.
Se crítica valesse alguma coisa, a gente não teria vendido o Que País é Este em São Paulo. Saiu bem grande num jornal lá: Legião Urbana lança disco esquálido e primitivo. Eu nunca vou me esquecer. No entanto, o crítico que escreveu isso teve que ouvir a música por mais de um ano tocando sem parar, em todas as rádios.
Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito...
Sinto arrependimento quando não aprendo com meus erros.
Somos de uma geração que nos julga incapazes de amar, pois amamos de uma maneira louca, mas totalmente autêntica e isso ninguém pode mudar!
Sou anarquista e individualista. Tenho uma visão poética, mas não me considero poeta. Procuro o belo.
Às vezes, penso se não concordo com Platão. Na República, ele fala que os artistas são nocivos para uma sociedade.
É preciso respeitar as pessoas que não são comuns, que não são maioria. A maior parte das pessoas não pensa nem existe. O modelo da pessoa comum é vazio
Se tivesse vivo (isto é aqui entre nós pois sua obra ta aí viva e eterna), ele completaria 50 anos hj dia 27/03, veja um resumo de sua biografia:
Renato Manfredini Jr. nasceu em 27 de março de 1960 no Rio de Janeiro. Filho de uma família de classe média, ainda criança morou em Nova York. Renato teve uma juventude marcada por problemas de saúde. Dos 15 aos 17 anos, Renato sofreu de uma doença chamada epifisiólise, de fundo virótico e foi obrigado a andar em uma cadeira de rodas. Sofreu uma operação para colocação de pino de platina. Por causa da dor, não saía de casa e daí veio o interesse pela música.
Formou o grupo de rock punk Aborto Elétrico em 1978 de onde surgiu a Legião. Teve problemas de dependência química, assumiu sua postura homossexual publicamente em 1990. É responsável por todas as letras do grupo. O lugar de Renato Russo não pode ser ocupado por ninguem dentro da música brasileira. Nenhum outro compositor rasgou a alma com a sinceridade do cantor e poeta da Legiao Urbana.
Quando o grupo surgiu para o grande público em 1984, ninguem no Brasil tinha expressado com tanta coragem e sensibilidade o que Renato chegou cantando. As relações de poder nos relacionamentos, o desencanto com a politica, a raiva de maõs amarradas dos jovens, os medos, as ansiedade, as fraquezas, sentimentos que nunca tinham sido expostos afloram nas inesqueciveis canções de Renato. Selvagem e doce, nas letras e nas entrevistas ele se abriu como nenhum artista teve coragem de se abrir no Brasil. A identificação com aquele artista que se revelava tão frágil foi imediata para milhares de jovens do pais inteiro.
É considerado um dos mais importantes compositores do rock brasileiro.[1] Sua primeira banda foi o Aborto Elétrico (1978), a qual durou quatro anos, e terminou devido às constantes brigas que havia entre ele e o baterista Fê Lemos.[2] Renato herdou desta banda uma forte influência punk que influenciou toda a sua carreira. Nessa mesma época, aos 18 anos, assumiu para sua mãe que era bissexual; em 1988, assumiu publicamente.[1]
Até os seis anos de idade, Renato sempre viveu no Rio de Janeiro junto com sua família. Começou a estudar cedo no Colégio Olavo Bilac, na Ilha do Governador. Nessa época teria escrito uma bela redação chamada "Casa velha, em ruínas…", que inclusive está disponível na íntegra.
Em 1967, mudou-se com sua família para Nova Iorque pois seu pai, funcionário do Banco do Brasil, fora transferido para agência do banco em Nova York, mais especificamente para Forest Hills, no distrito do Queens, onde foi introduzido à língua e cultura norte-americanas.
Aos nove anos, em 1969, Renato e sua família voltam para o Brasil, indo morar na casa de seu tio Sávio numa casa na Ilha do Governador, Rio de Janeiro.
Adolescência
Em 1973 a família trocou o Rio de Janeiro por Brasília, passando a morar na Asa Sul. Em 1975, aos quinze anos, Renato começou a atravessar uma das fases mais difíceis e curiosas de sua vida quando fora diagnosticado como portador da epifisiólise, uma doença óssea. Ao saber do resultado, os médicos submeteram-no a uma cirurgia para implantação de três pinos de platina na bacia. Renato sofreu duramente a enfermidade, tendo que ficar seis meses na cama, quase sem movimentos
Carreira
Sua primeira banda foi o Aborto Elétrico, ao lado dos irmãos Felipe Lemos (Fê) (bateria) e Flávio Lemos (baixo elétrico) e do sul-africano André Pretorius (guitarra). O grupo durou quatro anos, de 1978 a 1982, terminando por brigas entre Fê e Renato. O Aborto Elétrico foi a semente que deu origem à Legião Urbana e ao Capital Inicial (formado por Fê e Flávio, junto ao guitarrista Loro Jones e ao vocalista Dinho Ouro-Preto).
Após o fim do Aborto Elétrico, Renato começa a compor e se apresentar sozinho, tornando-se o Trovador Solitário. A fase solo durou poucos meses, até que o cantor se juntou a Marcelo Bonfá (baterista do grupo Dado e o Reino Animal), Eduardo Paraná (guitarrista, conhecido como Kadu Lambach) e Paulo Guimarães (tecladista, conhecido como Paulo Paulista), formando a Legião Urbana, tendo Renato como vocalista e baixista.
Após os primeiros shows, Eduardo Paraná e Paulo Paulista saem da Legião. A vaga de guitarrista é assumida por Ico-Ouro Preto, irmão de Dinho Ouro-Preto, que fica até o início de 1983. Seu lugar é assumido definitivamente por Dado Villa-Lobos (que criou a banda Dado e o Reino Animal com Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, Loro Jones e o tecladista Pedro Thompson). A entrada de Dado consagrou a formação clássica da banda.
À frente da Legião, que contou com o baixista Renato Rocha entre 1984 e 1989, Renato Russo atingiu o auge de sua carreira como músico, sendo reconhecido como um dos maiores poetas do rock brasileiro, criando uma relação com os fãs que chegava a ser messiânica (alguns adoravam o cantor como se fosse um deus). Os mesmos fãs chegavam a fazer um trocadilho com o nome da banda: Religião Urbana/Legião Urbana. Renato desconsiderava este trocadilho e sempre negou ser messiânico.
Morte
Renato Russo morreu, pesando apenas 45 quilos, em consequência de complicações causadas pela Aids (era soropositivo desde 1989), mas jamais revelou publicamente sua doença.[1] Quando morreu deixou sua semente no mundo, Giuliano Manfredini, com apenas 7 (Sete) anos de idade. O corpo de Renato foi cremado e suas cinzas lançadas sobre o jardim do sítio de Roberto Burle Marx.
No dia 22 de outubro de 1996, onze dias após a morte do cantor, Dado e Bonfá, ao lado do empresário Rafael Borges, anunciaram o fim das atividades do grupo. Estima-se que a banda tenha vendido cerca de 20 milhões de discos no país durante a vida de Russo. Mais de uma década após sua morte, a banda ainda apresenta vendagens expressivas de seus discos.
Livros
Durante sua carreira teve quatro livros publicados e, após sua morte, outros quatro livros foram lançados sobre ele, sendo um deles "Conversações com Renato Russo", que contém trechos de entrevistas mostrando o seu ponto de vista sobre o rock, a bissexualidade (incluindo a sua própria), o mundo, as drogas e a política.
Do ponto de vista da análise técnica, isto é, da crítica literária (acadêmica), foi lançado o livro: "Depois do Fim - vida, amor e morte nas canções da Legião Urbana", de Angélica Castilho e Erica Schlude (ambas da UERJ). Vale ser citado como bibliografia referencial os livros "O Trovador Solitário" e "BRock - O rock brasileiro nos anos oitenta", ambos de Arthur Dapieve.
Em junho de 2009, é lançada a biografia "Renato Russo: O filho da Revolução", do jornalista Carlos Marcelo Carvalho. A obra é contextualizada desde o período de infância de Renato, passando pela sua juventude - com acontecimentos políticos históricos da época forte de opressão da Ditadura Militar como pano de fundo - e culminando com o seu amadurecimento como homem, poeta, artista e músico.
O Trovador Solitário (2008) (póstumo) (Este é o único álbum do cantor não lançado pela gravadora EMI. Foi lançado pelo selo Discobertas/Coqueiro Verde.)
A Era dos Halley (2007) (especial de TV gravado originalmente em 1985; em que a Legião Urbana participa com uma versão embrionária dA Canção do Senhor da Guerra) (póstumo)
01. Como fui me paixonar 02. Tá estourado! 03. Você não vale nada 04. Chora me liga 05. Vou te deixar doidao 06. A conquista 07. Misterios 08. Eu amo Demais 09. Pout – Pourri – Novo Namorado – Não Gruda, Não Cola – Beijar Na Boca 10. Liga pra mim 11. Vai me deixar 12. Overdose do Amor 13. Vamos pra la beber 14. Não desligue Amor 15. Te acho tao linda 16 . Sem explicação 17. Pout-pourri – Não Tem Segredo – Cena de Novela 18. O amor é cego 19. Ben
Antes de mais nada, gostaria de agradecer a Deus, pois sem ele com certeza não estaria por aki, recebendo tantas felicitações, tantas mensagens de carinho, de fé.
É mais um ano q se passou, foram tantos momentos ja vividos e muitos ainda por viver.
São 31 anos, eh o tempo passa rapidinho, foi amigos q se foram, amigos q chegam, q conquistam a nossa amizade, mais estamos ai, aprendendo com erros, tentando acertar e ser uma pessoa melhor, um profissional melhor, um filho melhor e um pai melhor ainda...
Sou hj q sou graças a educação q tive de meus pais, Zioclaudio e Laurita, a convivencia com meus irmãos Lu Alves, Paulo Anderson, meus primos Cleiton, Valdir, Gilberto, Vagner, entre os amigos Chuck, Fabio (In Memorian), Claudão, Edilsom, Eurival, nossa ao longo to tempo são varios, nem dá pra citar todos os nomes, mas sei q no fundo do coração todos nos sabemos quando a amizade é verdadeira e recíproca.
Valeu de coração a todas as mensagem enviadas pelo orkut, msn, telefone, pessoalmente, tem coisas q não tem preço, pro resto a gente da um jeito...
e meu mais valioso presente eu recebi a 6 anos atras, e cada dia q passa ela ta mais linda, mais cheia de graça, minha filha Elis, um presente de Deus, trazido por minha fiel companheira, mulher e amiga, Jaira, né vida.. rsrsrsr
ah tb não posso esquecer de minhas duas princesinhas...Lais e Ana Clara... amo vcs... valeu pelo dia...
bom é isso ai...
De coração, agradeço e desejo a todos que recebem em dobro tudo q me foi desejado.
Inquietante, reflexivo,polemico,contagiante e fortalecedor. Estes são alguns dos adjetivos que podemos usar para descrever o seminário que aconteceu nos últimos dias 19 e 20 no auditório da UESB.
A Idealizadora DO EVENTO Doutora Laedy Ferraz, psicóloga e proprietária da clinica Psicoespaco e Vandi presidente da APAE de Itapetinga colabora e também organizadora do evento estão de parabéns pela iniciativa. Durante o seminário foi possível perceber como torna-se urgente entender que são as diferenças que faz o mundo mais humano, justo, agradável e sobretudo dinâmico e há que se lutar por sociedade inclusiva para que a partir dela os seres humanos possam evoluir e todos nos possamos viver de forma plena.
Os palestrantes abordaram temas onde o respeito as diferenças, as políticas publicas de acessibilidade bem como a importância do conhecimento de leis de direitos humanos, inclusão e desenvolvimento humano fazem a diferença no processo de uma educação inclusiva.
Alem dos palestrantes órgãos, de outros municípios e pessoas de nossa cidade foram presença de peso no encontro. APAEs de cidades circunvizinhas, atuantes e participativos os professores da UESB de Itapetinga ( Reginaldo, Rose e Cristina) fazendo-nos perceber que realmente esta universidade e um Universo de Idéias, o núcleo aprendendo Down de Itabuna que fez a diferença no encontro e a população em geral que se fez presente demonstrando compromisso e desejo de aprender.
Alguns momentos foram realmente mágicos a apresentação do coral Canto das artes da professora Leniza Santos, numero de dança com os alunos da APAE de Itapetinga orientados pela professora de dança da Tia Dina entre outros...
São iniciativas assim que ativa a "transformação" do pensamento crítico tão falado, deixando de lado as teorias e partindo para as ações práticas e realmente fazendo valer o verdadeiro sentido de "Ser Inclusão".
Parabéns a Laedy e toda a equipe organizadora, coloboradores, patrocinadores e participantes deste grande evento! Valeu
Aconteceu nesta sexta-feira (12/03) a formatura das turmas de Letras e Pedagogia da Unopar Virtual -
Polo de Itapetinga, no auditório da UESB.
Turma de Pedagogia:
ADRIANA SAMPAIO LIMA CANIDA DA FONSECA SANTOS CRISZOSTIA DA FONSECA SANTOS ELIENE BARBOSA NERY EMANUELA DOS ANJOS ROCHA IÊDA SAMPAIO LIMA OLIVEIRA LUZIMAR DA ROCHA S. OLIVEIRA MARILDA DE JESUS ROCHA MICHELLE ALMEIDA SOUZA SILVA RIANE DE ARAÚJO SILVA RITA MARIA DA S. GONÇALVES SILBENE VILANOVA DA SILVA CABRAL
Turma de Letras:
ANA PAULA SÉLIA MOITINHO LEILA SANTOS REIS MARIA CLÁUDIA V. DE ALMEIDA NAIARA NOGUEIRA NOEMIA DA S. N. ARAÚJO ROBERT ARAÚJO SELMA NOVAIS VIVIAN TRINDADE CHAGAS WLIANA OLIVEIRA P. SANTOS
Foi uma linda formatura, familiares e amigos dos formandos se fizeram presente,
se emocionando com cada momento da solene cerimônia
No momento da entrega dos Diplomas muita emoção.
O secretario muncipal de educação Alécio Chaves se fez presente a mesa, que contou ainda com Sr. Francisco Barbosa Mororó (Responsável pelo Pólo de Itapetinga), Sandra Santana (Coordenadora do Pólo), Eliene Chaves (Ex-Tutora e Homenageada da Turma de Pedagogia), Jaqueline G. Cavalcante (Tutora), George Ferraz (Tutor) e Luiz Silva (Coord. Técnico - Unopar)
Formandos e Graduados todos os alunos partem para um novo caminho, sempre em busca de se aperfeiçoar, enfrentando novos desafios e driblando as barreiras.
Marca registrada do São João de Itapetinga desde o ano de 2000 quando foi realizada a primeira edição, o Forró da Vaca Lôca é um sucesso na cidade.
Ao longos dos anos se tornou uma das maiores festas no período Junino na Bahia, sempre com grandes atrações e muita gente bonita, sendo assim sempre uma boa novidade e um complemento ao São João realizado pela Prefeitura Municipal.
No ano de 2010, o Forró da Vaca Lôca completa 10 de anos de muita alegria e promete ser a melhor edição de todos os tempos!!!
Grandes novidades vem por aí!!!!
Atenção galera de acordo com o Twitter Oficial do Forró da Vaca Lôca, teremos novidades sobre as atrações até o dia 05 de março, vamos aguardar!
Em meados de 2009 foi lançada na net uma imagem com a Logo da Vaca Loca tendo como atrações: Ivete, Aviões, Lordão e Calcinha Preta, porém foi apenas uma montagem para criar especulação em torno da festa, esta até publicada aqui em nosso site, com muitos comentários elogiando as atrações, a festa, etc, só nos basta agora esperar em março a divulgação oficial das atrações e em Junho comemorar os 10 anos de Vaca Loca.
É isso ai Aí Boa...bota pocando meus patrões.. rsrsrs
Sem dúvidas é um dos programas mais conceituados do mercado para criação de elementos gráficos acaba de ganhar uma nova versão. O Corel Draw chega a sua 15ª versão trazendo muitas novidades e mostrando que não quer ficar pra trás dos seus concorrentes.
Tradicionalmente, as versões ímpares do programa são as que mais apresentam novidades e recursos para os usuários, cabendo às pares apenas alguns complementos e melhorias. Mais uma vez o programa mantém a tradição trazendo melhorias consideráveis em relação à anterior.
* Modo de gerenciamento de cores redesenhado
Uma das maiores reclamações dos usuários do Corel sempre foi o seu perfil de cores. Os modos de visualização, em geral, ficavam distantes do resultado final da impressão de um material ou mesmo da compatibilidade com outros aplicativos.
Para a versão X5 ele foi completamente redesenhado. O resultado disso é uma paleta de cores muito mais fiel às expectativas dos usuários e com suporte para perfis de cores PANTONE, garantindo que o que está sendo visto na tela é exatamente o que será impresso.
* Idioma: Inglês * Sistema operacional: Windows 7 | XP | Vista